terça-feira, 27 de junho de 2017

REFRIGERANTE Ainda na dieta de muitos

Pensei que, com um batalhão de nutricionistas condenando os refrigerantes na dieta contra os males à saúde humana, os refrigerantes tivessem em queda acentuada na preferência das pessoas mundo afora.

No entanto, não é bem assim pelo visto. Pode até ser que mais consumidores hoje em dia estejam abandonando o hábito do refrigerante, porém, milhares não conseguem largá-lo.

Tanto é assim que, na coluna do jornalista Ancelmo Góis, no Globo, leio que a Coca-Cola andina abrirá nova fábrica aqui no Brasil, para produzir 1,2 bilhão de litros da bebida por ano.

A fábrica vai ser em Caxias, no Rio de Janeiro, no terreno que foi da Nova América.

Logo se conclui que os refrigerantes são duros na queda, assim como o hábito de fumar que milhares não largam, apesar de saberem os riscos mortais do fumo.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

FUGAS Uma rotina no RN

Parece até proposital as fugas de presos do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte, para quem se autodenominou que seria o "governador da segurança" em seu governo. É o caso do governador Robinson Faria (PSD/RN).

Não foi, não é até aqui e, provavelmente, não será mais em um ano e meio de mandato que falta para terminar. O tempo é curto e o progresso que tem feito é praticamente zero.

Quase toda semana, a mídia local noticia uma fuga de presídio no Estado, que engrossa as fileiras de criminosos que estão fora das grades a serviço do crime.

Quando não é fuga em massa de presidiários, ocorre em bandos, como a mais recente, na sexta-feira (23/6), do Centro de Detenção Provisória da Ribeira, bairro da zona leste de Natal. De lá fugiram na semana passada sete detentos.

São cadeias públicas superlotadas e mal vigiadas por falta de efetivo suficiente, é verdade, que estariam facilitando essas escapadas de criminosos, mas parece até brincadeira ou provocação.

A cada fuga mais insegurança nas ruas para a população ordeira.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

VIAGEM Vexame pra Temer

Até em sua viagem esta semana a países da Europa, o presidente brasileiro Michel Temer passa vexame, conta o site da BBC Brasil.

Em visita  primeiro a Rússia e depois a Noruega, foi neste último que Temer entrou numa "saia justa" por causa do desmatamento no Brasil.

Ora, o país escandinavo, doador de recursos financeiros para a preservação da Amazônia, não deixou por menos e manifestou sua insatisfação com recente aumento do desmatamento.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

SERVIDORES Achatamento salarial

Sem os 40% de adiantamento do 13º salário, como era feito antes pelo governo do Rio Grande do Norte em gestões anteriores a do atual governador Robinson Faria (PSD/RN), servidores estaduais vão passas as festas juninas sem o dinheiro da canjica e do milho.

Tome arrocho salarial para pelo menos 80% do funcionalismo que recebe salários até R$ 4.000. Os 20% restantes estão em faixas salariais acima desse teto, e lá no topo permanecem os privilegiados de remuneração gorda, que têm gordura salarial para queimar o mês todo e até sobrar.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

ARROZ Roubo de cargas

Até nosso feijão com arroz do dia a dia anda difícil de chegar à mesa nestes tempos de insegurança. Temos falta de segurança para combater a violência urbana, assaltos ao varejo e também em estradas deste meu Brasil.

Recebo informação de que as ocorrências de roubos de cargas em rodovias estão entrando na lista dos principais desafios do setor produtivo do país.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

CORRUPÇÃO O país da propina

Francamente, estou pasmo. Já ouvi falar muito de corrupção, mas nunca vi tanta propina distribuída entre empresários e políticos brasileiros, em delações e entrevistas dadas. Parece que por aqui não se sabe fazer política e governar de outro jeito. Ao mesmo tempo continuamos a ser um país de subdesenvolvimento secular, com falta de recursos financeiros, desvios e entraves burocráticos para fazer funcionar bem hospitais, escolas e garantir a segurança pública.

Desde as delações da Odebrecht até as mais recentes do empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, são montanhas incontáveis de dinheiro envolvendo empresas e partidos políticos Brasil afora e inúmeros protagonistas dessa história nacional de arrepiar.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

MEMÓRIA A guerreira se despede

Lembro-me de que uma das entrevistas mais marcantes que fiz com a ex-governadora Wilma de Faria (foto), na época prefeita de Natal, foi no dia 11 de setembro de 2001. Eu estava no gabinete da prefeita no Palácio Felipe Camarão, sede da prefeitura, já iniciada a entrevista, quando os plantões do noticiário na televisão informava sobre o ataque as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque, pelos terroristas. Além dela e eu, estava o assessor de comunicação Heverton Freitas. Ficamos todos espantados com as imagens que a televisão mostrava.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

ALIANÇA Erro e indecisão do PSDB

Há de se questionar por aí. Meu Deus, será que não há uma liderança e um partido que vá ao encontro do anseio do povo brasileiro? Até aqui entre partidos de expressão, não. Vejam o erro que custará caro ao PSDB, ao virar as costas para seu eleitorado de classe média, que não apoia o PMDB de Temer. Isso fatalmente é o que ocorrerá com lideranças cegas e interesseiras. Faltou um líder do quilate de Mário Covas (foto), que se foi faz tempo, para persuadir e conduzir o partido pela melhor opção para o momento histórico atual, conforme li, não me lembro mais o artigo nem quem disse.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

PAGAMENTO Atraso se amplia no RN

O governo Robinson Faria (PSD/RN) parece em xeque-mate, derrotado pela crise financeira que se instalou no país. Sem aparente saída, carente de iniciativas e alternativas, atrasa cada vez mais o pagamento dos servidores do Rio Grande do Norte. Quando deveria pagar um adiantamento de 40% do 13º salário às vésperas dos festejos juninos, como se fazia em outros governos, Robinson só vai pagar a faixa salarial entre R$ 3001 e R$ 4.000 referente a maio, dia 19 de junho, segunda-feira. O pagamento em atraso consecutivo já se repete há um ano e meio, além de sérios problemas na segurança pública, saúde em situação de calamidade e na educação sem resultados a comemorar. Outros nem é bom falar, a exemplo das estradas estaduais.

terça-feira, 13 de junho de 2017

INADIMPLÊNCIA Consumo de devedores

No galope da corrupção sistêmica do país, que o TSE de Gilmar Mendes faz vista grossa, segue na esteira a inadimplência que mantém marcas de país de devedores, na base do conhecido ditado popular: devo, não nego, pago quando tiver. Em apenas trinta dias, mais de 1 milhão de consumidores foram incluídos em cadastros de negativados, os chamados "ficha suja", uma marca que totaliza hoje mais de 60 milhões no país, conforme aponta o SPC Brasil.

O consolo é que o volume de brasileiros negativados teve uma leve queda de 0,50% na comparação anual. Mas na passagem de abril para maio houve alta nas negativações, segundo o serviço especializado do comércio. Mesmo assim é a terceira queda anual seguida na série histórica do indicador que apresenta comportamento de desaceleração desde janeiro, para comemoração dos otimistas, que apostam numa ligeira reação positiva da economia.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

CRISE O Brasil de Gilmar Mendes

Como sentencia o surrado dizer dos que não desistem, diremos também nós brasileiros e brasileiras: vamos em frente porque "a luta continua". Sim, porque o Brasil de Gilmar Mendes (foto), o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que impôs a derrota ao país e suas leis, na sexta-feira, 9 de junho,  definitivamente, não é o da esmagadora maioria do nosso povo.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

ROBINSON De mal a pior

O governo Robinson Faria (PSD/RN) anda mais enrolado do que linha em carretel. A recente novidade, depois de se envolver em escândalo nacional da JBS de Joesley e Wesley Batista, agora é denunciado por  "pedaladas fiscais", denúncia da Procuradoria Geral de Justiça.

Isso quer dizer "pedaladas" idênticas as que cassaram o mandato da petista Dilma Rousseff (PT) na Presidência da República, o que no caso de Robinson, configura-se prática de "crime de improbidade administrativa", de acordo com a PGJ.

E o que teria feito o pai do deputado federal Fábio Faria (PSD), genro de Sílvio Santos?

Ora, simplesmente avançou o sinal, na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que compromete hoje 56,87% da receita corrente líquida com pagamento de servidores, quando o limite deve ir até 49%. Abençoado esses privilegiados, uma vez que a maioria das categorias funcionais há anos estão sem ver um centavo de reajuste salarial.

Pois bem, o governo Robinson pegou dinheiro para "despesas não autorizadas por lei", driblando a todos em suas manobras contábeis, simulando "para menos" despesas de pessoal, uma vez que deixou de lançar ilegalmente R$ 288,2 milhões no segundo quadrimestre de 2016, relata a PGJ.

Assim, na base das "pedaladas" caminha o governo Robinson Faria, que culpa a crise financeira. A ladainha é uma só, tudo indica do começo ao fim da gestão.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

CUSTO País da instabilidade

GÁS Todo mundo agora de olho no preço do mês
Enquanto eu ficava ontem na expectativa de  mais novidades na peleja do julgamento da chapa Dilma-Temer pelos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma notícia do custo de vida  me chamou atenção. O aumento no botijão de gás.

Num país já traumatizado por crises política e econômica, agora parece que se vai ter mais instabilidade no custo de vida, a partir dos preços administrados pela Petrobras para seus produtos. 

Isso quer dizer que, a cada mês, não se saberá quanto custará o preço do botijão de gás residencial, que pode subir ou baixar nas refinarias e, em consequência, no consumidor final, assim como já ocorre com a gasolina e o diesel.

Pelo menos é assim que entendeu minha santa ignorância ao ler a notícia dada nesta quarta-feira (6/06) pela mídia nacional. E já vigora um aumento de 6,7% para o botijão – o denominado Gás Liquefeito de Petróleo.

Daí em diante as variações serão mensais, para cima ou para baixo, sempre a partir do dia 5 de cada mês, dependendo da cotação do mercado, que leva em conta os insumos do GLP.

Nesse primeiro round – serão indefinidos –, o impacto nos preços finais aos consumidores será da ordem de 2,2% a 1,25% por botijão, conforme estima a Petrobras. Isso caso seja feito apenas o repasse das refinarias. Nunca se sabe o que haverá de custo real e especulação.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

PUNIÇÃO Que Brasil é este?

É de ficar indignado com as leis frouxas do país e a consequente falta de punição mais rigorosa para delinquentes. Gente, li nesta segunda-feira, 5 de junho, no jornal O Globo que, jovens infratores, internados por crimes graves, ganharam a semiliberdade com apenas seis meses de cumprimento de medidas socioeducativas, isso lá no Rio.

Pelo menos é o que revela estudo do Ministério Público do Rio de Janeiro, segundo a notícia.

Vejam vocês, um dos beneficiados com as tais medidas, está entre os envolvidos do assassinato do médico Jaime Gold, que nesse caso, ganhou as ruas e não se apresentou ao centro de atendimento. Acho pouco se logo, logo, ele não estiver cometendo outro assassinato ou coisa pior em assaltos.

terça-feira, 6 de junho de 2017

ESCOLA Segurança policial

A violência por aí afora não tem sequer poupado as escolas. Aqui em Natal, bairro do Bom Pastor, zona oeste, a Escola Estadual Maria Ilka de Moura, de tantas vezes arrombadas, gerando com isso alto índice de evasão, precisou ser ocupada diariamente pela Polícia Militar, como forma de evitar o seu fechamento. Criminosos em suas investidas levavam tudo que estava ao seu alcance, como ventiladores e lâmpadas, conforme registrou o site G1RN. O medo fez a escola encerrar o turno da noite por falta de alunos para frequentá-lo. É como se a cidade tivesse virado terra de ninguém, com o aumento da criminalidade que não cessa. Santo Deus!

segunda-feira, 5 de junho de 2017

SAÚDE Drama social

Casal do interior potiguar, sem dinheiro, que mora em Jandaíra/RN, a 122,6 km da capital Natal, percorre 10 quilômetros a pé, para fazer terapia de criança com microcefalia, conta notícia do site G1.

O marido está desempregado e a mãe de Anne Vitória, de um ano e três meses, deixou o trabalho de faxineira para cuidar da família de quatro filhos.

Mãe com a filha não embarcou no carro da prefeitura, que normalmente a leva à capital, justificando que o agendamento da viagem não havia sido feito.

Um drama para os de pouco recursos financeiros.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

VIOLÊNCIA Aonde vamos chegar?

A propósito de que o Rio Grande do Norte já ultrapassou o patamar de mil homicídios antes mesmo de chegar ao meio do ano, o que dá uma média de quase sete assassinatos por dia, vi uma estatística do site da BBC BRASIL, que compara a soma desses crimes hoje no país, igual a de países em guerra. Está lá: "Em 2015, último dado disponível, o Brasil registrou 170 assassinatos por dia – foram 58 mil homicídios naquele ano, número mais alto do que os de países em guerra. A taxa daquele ano, de 29 casos por 100 mil habitantes, insiste em não baixar."

quinta-feira, 1 de junho de 2017

POLÍCIA Enxugando gelo

A cada fuga em bando ou em massa de presídios do Rio Grande do Norte, como a que ocorreu do Presídio Estadual de Parnamirim (PEP), na quinta-feira, 25 de maio, é como se o trabalho da polícia estivesse "enxugando gelo", lembrando o ditado popular.

Tantas são as fugas neste Estado que já viraram rotina. É um tal de prender e fugir que se perdeu as contas. Na mais recente fugiram do PEP, presídio de Parnamirim, na Grande Natal, 88 presos, na maior fuga já considerada no RN. Apenas 14 foram recapturados e um morto, de acordo com o noticiário.

A cada fuga, o crime se intensifica, com explosões de agências ou postos bancários assaltados, mais assaltos a mão armada nas ruas, roubos de carros, por aí se espalham as ações de criminosos em cidades da região metropolitana ou do interior potiguar. Não sem razão, a população entra em polvorosa e a insegurança passa a fazer parte do cotidiano.

Com sistema carcerário precário e prisões superlotadas, o RN vive a pior crise da sua segurança pública no governo de Robinson Faria (PSD/RN). 

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Desemprego persiste


Apesar do ligeiro ensaio de que a economia brasileira começa a reagir, o IBGE nesta quarta-feira (31) jogou um balde de água fria nesse otimismo. O número de desempregados no país já ultrapassa os 14 milhões de brasileiros e brasileiras no trimestre encerrado em abril, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Esse número é maior 1,1 milhão do que o trimestre encerrado em janeiro. Se o desemprego persiste, é claro que como consequência a recessão também permanece. Com a crise política instalada, agora protagonizada pelo presidente Michel Temer (PMDB), não se resolve nada. O país segue aos trancos e barrancos, quem sabe, até o colapso.

terça-feira, 30 de maio de 2017

É tanta indecência!

O jornalista Carlos Newton, editor do site Tribuna da Internet, diz que o governo de Michel Temer, de tanta indecência cometida devia ser proibido para menores de 18 anos. É verdade, mesmo sendo uma brincadeira. Agora, fico sabendo, na coluna de Pedro do Coutto, no mesmo site, que os controladores da  JBS (Friboi) devem à Previdência Social uma montanha de dinheiro: R$ 1,8 bilhão.

A seguir questiona Coutto: "Neste caso não se compreende porque, através do INSS, o governo não cobra tal dívida." Para em seguida dar o tiro fatal: "O governo fala em reforma da Previdência, mas não se refere ao resgate do que devem as empresas ao sistema previdenciário."

Mas a reforma tem que sair no lombo dos contribuintes previdenciários. Isso não é mesmo uma indecência? E tome indecência à brasileira. Ora, se não é!

segunda-feira, 29 de maio de 2017

RN de fora do dia da liberdade de impostos

Sem explicação até aqui o motivo por que o varejo do Rio Grande do Norte está de fora do Dia da Liberdade de Impostos (DLI). Perde boa oportunidade de promover suas vendas. É uma iniciativa das CDLs Jovem – Câmara de Dirigentes Lojistas de vários Estados. A data, 1º de junho, quinta-feira, vai oferecer produtos com descontos para conscientização dos consumidores da alta carga tributária no Brasil.

Nesse dia, o comércio varejista vai dar descontos generosos de até 80%, conforme está divulgando a  Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL). Esta é a 9ª edição da DLI, mas pelo menos desta vez o varejo potiguar está ausente entre os participantes da ideia.

São mil lojas e dez shoppings em todo o território nacional de 12 Estados e o Distrito Federal que participam da ação. Os participantes são os Estados do Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal (Brasília).

A carga tributária elevada é uma reclamação recorrente do comércio, que vê nisso o Brasil figurar com uma das arrecadações mais alta do mundo. Até 31 de maio, por exemplo, já havia arrecadado R$ 1 trilhão em impostos no país, segundo a CNDL.  

domingo, 28 de maio de 2017

A fuga em massa no RN

Para dizer uma palavra da moda, uma das notícias mais impactante do noticiário policialesco potiguar desta semana que terminamos, foi a fuga de 88 presos do Presídio Estadual de Parnamirim (PEP), região metropolitana de Natal. É considerada a maior fuga de presos no Estado em tantas que já ocorreram nestes últimos dois anos e meio do governo Robinson Faria (PSD/RN).

Desde a divulgação do fato, na quinta-feira (25/05), a população da cidade de Natal e municípios da sua circunvizinhança não tem tido paz. O medo e a insegurança passaram a fazer parte da rotina dos norte-rio-grandenses, sobretudo os que moram na capital ou municípios próximos.

Pelas informações oficiais, até agora, desse total de 88 fugitivos, apenas 14 foram recapturados, enquanto um teria sido morto em confronto com policiais, perfazendo 15.

Essa fuga recente é mais uma prova de que o sistema carcerário do RN é uma brincadeira de prender. Enquanto isso o governo Robinson bate cabeça para construir novos presídios e reformar os já existentes no Estado. Até lá, com presídios superlotados e em condições precárias, tome fugas!
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Um avisinho
A partir desta semana que está se iniciando, o blog Fatos e Notas não terá mais dia nem hora para postar seus artigos – geralmente curtos para facilitar a leitura rápida. E já começamos hoje, domingo, 28 de maio. As postagens serão livres em tamanhos de textos e intervalos de espaços, voltando aos títulos em caixa baixa.  Na mesma postagem poderá haver mais de uma nota – ou não. É mais uma inovação na tentativa de nos mantermos ligados. 

sexta-feira, 26 de maio de 2017

FANTASMINHA CAMARADA

DEPUTADO Motta em maus lençóis
Escândalos políticos pipocam em Brasília e nos quatro cantos do país. É a chamada "corrupção sistêmica" que se vai descobrindo e que está em todo o Brasil. No Rio de Janeiro, em São Paulo, Minas Gerais e no Rio Grande do Norte também.

Aqui no RN, envolve o deputado estadual Ricardo Motta (PSB/RN), parlamentar de família de tradição política e industrial no Estado. Ex-presidente da Assembleia Legislativa do RN, esse Motta, investigado pelo Ministério Público Estadual, protagoniza um dos maiores escândalos da política potiguar da atual safra já descoberto até aqui.

O Ministério Público ofereceu denúncia contra Motta, acusando-o de "chefiar organização criminosa", entre 2011 e 2015, quando se tornou presidente da ALRN, que desviou recursos públicos do parlamento estadual com a inserção de "servidores fantasmas" na folha de pagamento da Assembleia Legislativa.

Apenas em 2011 como comprovação oferecida, o "esquema criminoso" do deputado teria desviado em torno de R$1,1 milhão. Haja grana!

Mas não é só, pois o mesmo Motta já está sendo denunciado por desvio de recursos financeiros, num montante de mais de R$ 19 milhões, das contas do Idema/RN – Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente. Este outro caso de roubalheira.

E agora, Motta? Será que um bom advogado lhe tira dessa enrascada?

quarta-feira, 24 de maio de 2017

PLANINHOS DE SAÚDE

Com a saúde pública deficiente, sem dar resposta satisfatória à demanda, a classe média se socorre nos planos de saúde que se multiplicaram por aí, muito mais em busca de lucratividade do que de prestar um bom serviço médico-hospitalar a essa clientela.

Como é triste ver em nosso país tanta roubalheira e uma rede pública sem atender às necessidades dos que lhe batem as portas em busca de assistência. Pessoas com doenças graves, como câncer, que necessitam de um exame laboratorial urgente e ficam à espera sem saber a quem recorrer.

Isso causa indignação, revolta, impotência. Até porque se sabe que dinheiro existe, o que falta são bons gestores, uma destinação correta e sobretudo honestidade com o bem público. Com o atual desemprego no país, a demanda só tende a crescer, pois muitos perdem o plano de saúde empresarial.

A propósito de planos de saúde, nem todo plano presta boa assistência. É preciso que se esteja consciente disso. Basta dizer que levantamento com 118 planos de 27 operadoras no país, mostra que fatores de barateamento podem resultar num serviço que não atende adequadamente o contratante.

Ao menos é isso que nos diz pesquisa inédita do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) com planos de saúde ofertados na cidade de São Paulo, com preços abaixo da média do mercado. São os chamados "planinhos" com rede de atendimento reduzida e abrangência restrita.

Então, a pesquisadora e advogada do Idec, Ana Carolina Navarrete, responsável pelo levantamento, adverte: "A proposta de planos acessíveis não visa baratear o valor do plano, mas apenas fornecer uma justificativa mascarada para a alteração das regras que protegem o consumidor".

Daí é bom tomar cuidado na contratação de plano de saúde para escapar do mau atendimento na rede pública de saúde. É isso.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

GOVERNO ROBINSON NA MESMICE

SEMPRE Ela para justificar falta de iniciativas
O funcionalismo do Rio Grande do Norte já há um tempo anda desapontado com o governo Robinson Faria (PSD/RN). Sob pretexto de "uma séria crise financeira que tem afetado a economia em todos os setores", Robinson permanece na mesmice do atraso dos salários. Há quase um ano e meio não paga em dia aos servidores, como se não bastasse a desatualização dos salários diante da inflação.

Robinson que chegou ao governo prometendo "mundos e fundos" faz pior do que seus antecessores e por isso a decepção geral. Sua gestão é incapaz de iniciativas para superar a crise. Tenho ouvido e lido pelo noticiário que a arrecadação fiscal não vai mal, quem vai de mal a pior é o próprio governo estadual, que não apresenta perspectiva nenhuma de melhoras.

Começou assim e vai terminar só Deus sabe como. Nas rodas de cafezinhos ou da cerveja do fim de semana, não vejo ninguém se arriscar em defender seu governo. Antes pelo contrário. Caminhando para o terceiro ano, Robinson Faria tem feito um governo medíocre. Totalmente irreal ao discurso com que conseguiu se eleger, atacando a antecessora Rosalba Ciarlini.

Para piorar tal quadro diante da opinião pública, Robinson Faria e seu filho deputado federal Fábio Faria (PSD) andam envolvidos em escândalos de propina, enquanto categorias de servidores buscam na Justiça receberem salários em dia. "Que situação!" – como diria o bordão do nosso amigo jornalista Flávio Rezende. É por aí que caminha mais um governo do nosso RN.  

Sem boas escolas, sem saúde pública, sem segurança, sem saneamento 100%, nada até aqui se pode apontar favorável ao governo Robinson. "Estou errado?" – diria o âncora José Luiz Datena, do Brasil Urgente. O PSD de Kassab (Gilberto, atual ministro de Temer) vai mal. E tome reuniões de secretários, idas e vindas de Brasília. É Robinson e seu governo.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

AGARRADO AO OSSO

TEMER Tenta se sustentar depois do escândalo
Deus Pai! – como essa gente é ridícula. Faz de tudo, do inimaginável para não soltar o osso. Assim está fazendo o ainda presidente Michel Temer (PMDB), depois que o mundo desabou sobre ele, com a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista. Pois bem, já com baixíssima popularidade, e  apesar das provas evidentes desse escândalo, Temer recua e diz que não renunciará, aconselhado, obviamente, por alguém próximo a ele, que também não quer largar o osso.

Mas, espere aí! Não era esse mesmo Temer que alegava urgência nas reformas para resolver a crise que o Brasil mergulhou? Como é que agora decide dificultar tudo e resistir certamente até um último ato, que deverá ser o impeachment. Ou antes a cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) da chapa Dilma-Temer, já em junho. Seja como for seu governo acabou, não se sustenta mais.

A possível insistência de Temer e seus conselheiros a favor da resistência só vai aprofundar mais a crise brasileira e nada vai se resolver. Ao político brasileiro, com rara exceção, eu tenho dito, falta caráter, transparência, reconhecimento do erro, enfim, fazer o "mea culpa". A reação mais comum é negar, negar e negar até onde der. Tentar se sustentar com a mentira a qualquer custo. É assim que a maioria dessa gente procede quando é desmascarada. Diferente do que ocorre em outros países.

Sabe aquele dizer bem conhecido? "Contra fatos não há argumentos". Por que querer ser diferente tentando rebater o indefensável? É prolongar a crise e até mesmo piorá-la. O resto é cair no ridículo e se colocar acima dos interesses do país. Basta de escândalos.
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Leia também  
Temer ia renunciar, mas foi convencido por Padilha e Moreira a cair no ridículo

quarta-feira, 17 de maio de 2017

ESSE É UM DOS BONS

SEBASTIÃO NERY Jornalista, escritor e político
Ler artigos de Sebastião Nery é aprender com sua experiência política. Em seu artigo desta segunda-feira, 15 de maio, no site Tribuna da Internet, que traz o título "A festa da França e a vergonha do Brasil", sobre a posse do presidente francês Macron e o momento crítico brasileiro da conjuntura política, ele nos brinda com um brilhante texto.

Sobre o Brasil, Nery nos diz: " A visão desse cenário de corrupção empresarial e de política de Estado é estarrecedora". Sem dúvida. E arremata: "Homens públicos no executivo e no legislativo, transformados em serviçais do poder econômico".

Por aí segue até a finalização que transcrevo: "Não obstante as provas documentais, os denunciados e seus advogados garantem que são todos vítimas de mentiras e falsidades". Por fim o fecho avassalador: "É tempo de a vergonha envergonhar-se".

Grande Nery! Perdemos o mestre Carlos Chagas há poucos dias, mas ainda temos entre os grandes veteranos do jornalismo brasileiro um Sebastião Nery. Ele que em sua coluna sempre está a nos contar passagens interessantíssimas do passado histórico político e seus protagonistas.
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É mole? 

As prefeituras devedoras da Previdência Social, que o governo Temer (Michel, PMDB) insiste numa reforma ao seu modo, poderão parcelar em até 200 meses, equivalente a mais de 16 anos, suas dívidas com o INSS, diz notícia da mídia nacional.

Ao todo são 4.000 prefeituras que devem R$ 75 bilhões. Pois bem, sabem qual é o objetivo dessa facilitação? Com isso, o governo quer obter apoio para a aprovação urgente da reforma da Previdência, cuja conta para tapar o buraco quem vai pagar são os contribuintes previdenciários.

Negociatas a torto e a direito para dispensar multas ou parcelar dívidas com prazos a se perder de vista também estão sendo feitas com a iniciativa privada. Isso pode! –  ah, Brasil!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

A CRESCENTE MARCA DO CRIME

Aqui, no Rio Grande do Norte, a cada fim de semana um pique na estatística dos homicídios, que já alcança as mais de 900 mortes em menos de cinco meses do ano em curso. É triste conviver com essa marca trágica, número só comparável a de uma verdadeira guerra, que já há algum tempo foge  do controle das autoridades do Estado, sem estrutura e efetivo policial para barrar o crime.

O pior é que muitos desses assassinatos trazem características de execução. Do asfalto nas cidades maiores aos municípios potiguares menores, o crime está hoje presente, desde que facções criminosas se organizaram e o tráfico de drogas ilícitas se espalhou Brasil afora. É um submundo do crime estarrecedor que não vacila em matar a quem escolheu como vítima.

Quando não mata, assalta e leva pertences das vítimas; rouba carros e explode agências bancárias usando explosivos. Aterroriza cidades interioranas alta hora da noite ou na madrugada, e traz a insegurança para dentro das casas. Até mesmo locais públicos como um barzinho ou restaurante. Sem exagero, atualmente se tem receio em sair a qualquer lugar aqui em Natal, sobretudo se for à noite.

Há quem diga que hoje se vive muito mais trancado em casa, enquanto bandidos estão soltos por aí. Ah! saudades de Natal de meio século atrás, quando a brisa noturna ou madrugadeira tocava suave nossos rostos e roupa, enquanto caminhávamos sem lenço e documento.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

QUEM PAGA A CONTA

Quer dizer que, Estados e municípios podem, sim, pendurar suas dívidas numa moratória para o que devem a Previdência Social, essa que está em apuros financeiros, e ficar nada menos que três anos de carência sem pagar nada, cuidando apenas de suas dificuldades. Depois terá anos sem fim para tentar pagar o que deve, caso até lá não haja mais bondade do governo central.

Uma mesma situação favorável beneficia também as empresas devedoras da iniciativa privada que devem uma dinheirama para a Previdência. Maravilha! Mas o governo Temer (Michel, PMDB) afirma que o déficit previdenciário é enorme e essa conta precisa ser fechada. Sobra para quem essa obrigação governamental? É claro, para o lado mais fraco dessa questão: trabalhadores assalariados.

Mas não é para os banqueiros ricaços do ministro Henrique Meirelles que a cada trimestre, semestre e ano ganham lucros astronômicos e passam ao largo de qualquer crise brasileira? Não, senhor! A conta vai para quem menos pode pagar e todo mês vê seu poder aquisitivo diminuir. A grande massa de trabalhadores contribuintes da Previdência brasileira. É assim que Temer resolve a parada.

Daí a reforma da Previdência enfiada às pressas goela abaixo de quem precisa se aposentar no futuro, as novas gerações. Não é que não se precise de reforma previdenciária, não. Pode-se até precisar, mas não nos moldes da proposta do governo Temer. 

Tem mais para a turma do bem bom beneficiada unilateralmente pelo que se chama de reformas governistas. É a tal da reforma trabalhista que veio primeiro com terceirização irrestrita, e agora tenta aprovar apressadamente uma proposta reformista da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) rejeitada pela esmagadora maioria da classe trabalhadora.

Assim governa Temer sob pretexto de fazer reformas para melhorar a economia, enxugando gastos da iniciativa privada sem fazer reforma tributária. É apoiado por um Congresso de parlamentares vacilante, que só vota na base do toma lá me dá cá.

Mais ainda a seu favor, o governo Temer tem a orquestração de notícias que tenta criar um clima de reação positiva da economia, apesar do alto desemprego no país que supera os 14 milhões de desempregados, do poder aquisitivo em queda e consumo anêmico, que pode ficar pior.

Você acha mesmo que com baixos salários, instabilidade no emprego e perda de renda resolve os problemas da economia? Estou pagando pra ver esse filme em reprise.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

O ENEM DE AGNELO

ROBINSON Governo sem brilho
Houve um tempo em que Agnelo Alves, jornalista e político, fazia avaliação em seus artigos do governo de então. Para cada titular das principais pastas governamentais dava uma nota de zero a dez, e no fechamento a nota final do governo. Era uma espécie de Enem (o vestibular de hoje) na comparação  com os dias atuais. Dito isso, uma curiosidade: que nota Agnelo, se vivo fosse hoje, daria ao governo de Robinson Faria (PSD/RN) em seu estágio atual? Certamente, uma média de reprovação, se ouvisse as vozes da rua.

O governador Robinson Faria, que se elegeu com o discurso de ser o "governador da segurança", numa alusão que usaria a "tolerância zero"  para o aumento da violência no Estado, até aqui seu governo permanece sem deslanchar nessa área, assim como em outras também. Sem engatar uma segunda marcha, segue na primeira desde que assumiu há dois anos e meio.

Ao menos até aqui, nenhuma obra importante. Um de seus motes na publicidade que promete "Natal saneada 100%" continua sendo sonho. Nem a via sul até o Aeroporto de Natal, em São Gonçalo do Amarante, conseguiu entregar até agora. Resta um ano e meio para terminar seu primeiro mandato.

Na segurança pública, que deveria ser modelo de exportação, o Estado tem fraquejado feio com número assustador de homicídios, que ultrapassa o patamar recordista de mais de 800 casos só até início de maio. A televisão em seu noticiário repete esse triste recorde quase diariamente.

Se não deslanchou sequer na área em que jurou pôr ordem e progresso, imagine nas outras. Na saúde, os problemas continuam os de sempre. Hospitais com superlotação, sem leitos de UTIs e instalações  para receberem  pacientes, além de outros tantos problemas listados pela mídia local. Outro gargalo é a educação pública estadual com falta de professores e instalações ruins.

Não bastassem tais problemas em áreas de maior peso, a pretexto das dificuldades financeiras impostas pela crise nacional, o governo Robinson demonstra ser pobre em iniciativas. Esculhambou com o calendário de pagamento dos servidores e faz mais mais de ano que paga salários atrasados.

Tudo isso e mais. Em seu governo o funcionalismo caminha para o maior arrocho salarial, sem um centavo de reajuste aos mais de 80% dos servidores ativos e inativos que recebem ganhos modestos e defasados pela inflação. O empobrecimento dessa categoria segue ladeira abaixo. Sem demora, o teto logo se igualará a um ou dois salários mínimos.

Definitivamente, Robinson Faria faz uma gestão abaixo da média, até pior do que a antecessora Rosalba Ciarlini reprovada por ele e pela opinião pública, e  a quem tanto criticou, depois de romper com ela na condição de então vice-governador e seguir com seu projeto de governar o Estado.

Em meio a um governo sem brilho, por mais Robinson não esperava. Seu envolvimento em notícias de suspeita de receber propina em escândalo nacional, e apontado como contratante de funcionários "fantasmas" durante gestão na presidência da Assembleia Legislativa do RN.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

BRASIL IMORAL

A primeira vez que vi o alerta foi no Facebook. Pensei que fosse futrica da esquerda. Nada disso. Depois me convenci de que neste governo e Congresso do Temer (Michel, PMDB) tudo é possível e até mais do que em qualquer outro.

Já se manobra cancelar as eleições de 2018 por meio do Congresso, de acordo com notícia que circulou semana passada. Isso diante de partidos como PMDB, DEM e PSDB marcharem para uma inevitável derrota de seus candidatos nas urnas do próximo ano.

Contra esses partidos governistas depõem reformas apressadas e casuísticas como a da Previdência e do Trabalho assalariado, em vias de aprovação por uma maioria de parlamentares individualistas, que vota de acordo com o de sempre: é dando-se que se recebe.

Cargos e emendas parlamentares é a moeda do voto para comprar reformistas e fazer a vontade da  elite econômica. "Governo dá benefício a devedor do fisco para garantir apoio a reforma", destacou notícia da Folha de S. Paulo de sexta-feira, 5 de maio. Logo abaixo completa: "Projetos regularizam dívidas de empresas e produtores rurais".

Além dessas reformas previdenciária e trabalhista, os governistas não dormem com pesquisas divulgadas, como a da Datafolha, que aponta a liderança do ex-presidente Lula nas eleições de 2018, em todos os cenários possíveis.

A imoralidade da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para adiamento do pleito eleitoral do próximo ano, vem do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), a pretexto de fazer coincidir em 2020 as eleições gerais, incluindo aí as municipais para prefeitos e vereadores.

Quanto casuísmo, minha gente, vai rolar neste Brasil de Temer até 2018. Conspirações contra uma  democracia que deveria ser limpa, sem vícios. Todavia, tudo vai depender, é claro, do povo. É dele que emana o Poder. O resto é, sem dúvida, tentar contrariar a maioria, a nação. 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

À MERCÊ DA BANDIDAGEM

Uma paranoia toma conta das conversas: a insegurança. Nestes tempos de pouca polícia e muita bandidagem, cada roda de conversa tem gente que diz ter sido assaltada ou conhece alguém que foi vitima. Ainda bem que escapou, porque outras vítimas não têm tido a mesma sorte. Em assaltos, arrastões e homicídios, pode-se afirmar que Natal, capital deste Rio Grande do Norte, hoje está se rivalizando nesse quesito com o Rio de Janeiro. A marca de homicídios só este ano  – estamos iniciando maio – chega ao incrível patamar numérico de mais de 800 casos notificados. Todo dia, essa estatística aumenta na escalada da violência.

A sensação é que governo Robinson Faria (PSD) do Rio Grande do Norte fracassa em sua principal bandeira de campanha, que propôs ser o "governador da segurança".  No entanto, enfrenta em seus quase dois anos e meio de gestão pública o pior descalabro da criminalidade. O avanço desse recorde indesejável espalha-se por todo o território potiguar, desde a capital até os menores municípios potiguares, antes considerados cidades de zero ou baixa estatística de crimes.

Tenho impressão que Natal passou a ser uma daquelas cidades do faroeste americano: uma cidade sem lei. Os crimes se espalham desde bairros da periferia até áreas nobres, antes regiões urbanas respeitadas e tranquilas. Como numa situação de guerra surda em seu cotidiano, assaltos e homicídios ocorrem em toda parte, criando clima de insegurança sem hora marcada.

No dia a dia, é um crime ali, outro acolá, desafiando as forças de segurança pública, que defasadas em seus efetivos militar e civil, um Estado quebrado ou quase isso, não têm como conter o crime nem mesmo na capital, imagine em cidades menores do interior.

E qual o motivo de tanta violência e  criminalidade crescente no Estado? Ora, falta de investimentos ao longo do tempo por governos que se sucederam, e de ações preventivas numa área vital como a da segurança, assim como hoje também acontece em outras áreas não menos importantes a exemplo da saúde e da educação. Ou pelo menos não foram feitos os investimentos necessários.

Duas facções criminosas que lidam com o tráfico de drogas ilícitas infernizam o Estado, que seriam o Sindicato do Crime do RN, criada aqui mesmo, e o PCC (Primeiro Comando da Capital) originária de São Paulo, de acordo com  autoridades locais da segurança, em reportagem do jornal Tribuna do Norte. As duas disputam o território potiguar. São elas que espalham o terror por intermédio de seus exércitos de traficantes e filiados.

Está difícil a vidinha pacata para os natalenses, assim como para todo o povo potiguar, que clama por segurança. Nota-se que a questão da insegurança, hoje é problema nacional, pois a exemplo do Rio de Janeiro, antes cidade maravilhosa, a criminalidade cresce assustadoramente nas grandes cidades brasileiras e se propaga pelas menores. Desafio para ser combatido pelo governo central e Estados.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

IMPOPULARIDADE DE TEMER

TEMER Enfiando reformas goela abaixo
Remando contra a maré que rejeita seu governo, o presidente Michel Temer (PMDB) insiste em enfiar goela abaixo reformas apressadas sem discussão e sem aprovação pela maioria do povo brasileiro, incluídos aí, é claro, a classe trabalhadora assalariada, a menos beneficiada. Seria assim um pacto a honrar com a classe dominante exclusivista que investiu em seu apoio para a derrubada do governo petista que ele, Temer, era aliado e sucedeu após o impeachment?

Seja como for, o curioso nesse fato é que Temer tenta governar de costas para a nação, com uma maioria vulnerável no Congresso, que começa a desertar. Por que, então, ele insiste? Até aqui Michel Temer mostra pouca preocupação com as eleições de 2018 e até jura de pés juntos que jamais ambiciona a reeleição no ano que vem. Sua única preocupação é com as tais reformas da Previdência e do Trabalho, em detrimento de outras que empurra com a barriga: as reformas política e a tributária.

Porém, uma prova de que sua teimosia tem um custo político alto para seu partido e aliados, basta mencionar a notícia publicada no 1º de maio, Dia do Trabalho,pela Folha de S. Paulo, que destacou: "71% dos brasileiros são contra reforma da Previdência, mostra Datafolha". Nada menos que sete em cada dez brasileiros são contra reforma da Previdência, conforme registrou a reportagem baseada em pesquisa do instituto do próprio grupo do jornal.

Se é assim, com uma oposição tão forte nas ruas, avenidas e praças, qual a explicação de Temer para não ouvir o movimento sindicalista e até outros setores da sociedade brasileira que questionam desde a reforma da Previdência que ainda tramita no Congresso, passando por uma Terceirização irrestrita aprovada às pressas, e uma reforma trabalhista duvidosa, questionável e sem respaldo popular? Tem caroço debaixo desse angu – como diz a expressão popular.

Pois bem, nessa turbulência política segue nosso Brasil, com a insistência de Temer, arrogante, falante e poderoso sem dar bolas para a maioria que pede ao menos diálogo. No contra-ataque vem as oposições com os movimentos sindicais prometendo luta pelos direitos da classe trabalhadora. Nas manifestações de 1º de maio, lideranças sindicalistas afirmaram que a greve geral de 28 de abril foi apenas o começo dessa contraofensiva. Aguardemos, então, a marcha dos acontecimentos.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

LINHA DE EQUILÍBRIO

PROTESTO Foto divulgada pelo jornal espanhol El  País
Nestes tempos de temperatura alta no noticiário da política brasileira, em que as quatro principais revistas semanais de informação e opinião (Veja, Isto É, Época e Carta Capital) demonstram linhas editoriais tendenciosas, as três primeiras pró-governo e esta ultima de oposição, somente a imprensa estrangeira mostra isenção no noticiário sobre o Brasil, mantendo equilíbrio.

Como exemplo, podemos mencionar o site da BBC Brasil que ao noticiar a greve geral de sexta-feira, 28 de abril, destacou:"'Greve foi menor do que organizadores esperava, mas maior do que governo gostaria', diz cientista político".

Marco Antônio Teixeira, cientista político e professor do Departamento de Gestão Pública da FGV, segundo a BBC resumiu assim: "Acho que as manifestações, apesar de grandes, não foram do tamanho que os manifestantes esperavam. "Por outro lado, elas também não foram tão pequenas quanto o governo gostaria."

 A própria BBC  escreveu: "Não houve um balanço oficial sobre a quantidade de pessoas que aderiram à greve ou sobre os protestos espalhados nas principais capitais brasileiras. No entanto, para alguns analistas ouvidos pela BBC Brasil, o impacto delas só poderá ser medido efetivamente na semana que vem, quando parlamentares voltarem ao Congresso para debater as reformas criticadas pelo movimento." Eis aí, portanto, um equilíbrio editorial, isento de tendências A ou B.

O jornal New York Times noticiou assim: “Cidades brasileiras paralisadas por greve nacional contra a austeridade”. A BBC de Londres: “Brasil atingido por sua primeira greve geral em 20 anos”. O Le Monde francês: “Uma greve geral histórica, mas menor do que o esperado”. O El País da Espanha: “Greve geral desafia as reformas do governo brasileiro”.

Bem diferente, do que se leu na mídia brasileira sobre a greve geral, tanto nos jornais e revistas semanais, como o que se viu pela televisão e até nos sites noticiosos. 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

ALVO DAS REFORMAS

De modo injusto, o alvo das reformas que o governo Michel Temer (PMDB) quer fazer é exatamente a classe de assalariados, já tão explorada por esse Brasil afora. São as reformas polêmicas da Previdência Social e a trabalhista, atendendo interesses gananciosas da extrema direita elitista, que só pensa em levar vantagens.
Cadê que se fala em reforma política, que deveria começar por aí, e reforma tributária. Que nada, o negócio é atingir os mais fracos economicamente, os desfavorecidos, os sem voz no Congresso. O país corre grande risco de mais empobrecimento e miséria a partir dessas propostas.
Na verdade, a reforma política não interessa aos legisladores (deputados e senadores), enquanto a reforma tributária pra valer não é de interesse do governo. Assim, parlamentares e governantes tocam o barco conforme suas ambições do momento. Governam e legislam em causa própria e não da nação que tanto precisa do bem coletivo.
Com o banqueiro Henrique Meireles no comando da área econômica deste governo não se poderia esperar diferente. O país vai passar por uma profunda divisão, enquanto a corrupção de políticos e empresários inescrupulosos sugam todo o dinheiro público, deixando à míngua a saúde, a educação, a segurança pública e outros setores vitais que poderiam nos dar desenvolvimento.
É pra isso que o então vice-presidente Temer assumiu a Presidência?  É mais decepção como se não bastassem os governos anteriores que nos puseram no fundo do poço com a maior recessão econômica de todos os tempos e uma corrupção escancarada sem limites – como se um limite fosse tolerável. Não, não é. É apenas modo de dizer.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

REFORMAS SEM CLIMA

APOSENTADORIA Com reforma só depois da morte
É possível prever o desfecho das reformas do governo Michel Temer (PMDB) e Estados no tocante à Previdência Social e até em outras como a pretendida reforma trabalhista. Simplesmente, não há clima no atual momento político e econômico nacional.
Ora, como Estados, a exemplo do Rio Grande do Norte, meu Estado, querem aprovar uma reforma previdenciária absurda, arrancando mais dos servidores com aumento da contribuição?  Isso, é claro, numa situação sistêmica de atraso de salários e defasagem salarial de anos, sem um reajuste sequer que acompanhe o custo de vida crescente no país?
É querer esfolar servidores que já não conseguem sequer pagar contas em dia e vêm perdendo poder aquisitivo mês após mês. É ilógico tentar enfiar goela abaixo uma reforma de tal magnitude, que derruba conquistas que jamais deveriam ser mexidas, porque o país e seus governantes não têm credibilidade para isso diante da nação. Só se for a força da baioneta, não do voto democrático.
No plano nacional, como o governo Temer se atreve a enviar uma reforma da Previdência e mais uma reforma trabalhista, se não consegue sequer estancar a sangria do dinheiro público roubado por meio da corrupção pelos próprios políticos e empresários?
Aliás, aqui mesmo no RN, o governador Robinson Faria (PSD) e seu filho o deputado federal Fábio Faria (PSD) estão enrolados na corrupção que banca eleições e enriquecimento ilícito com dinheiro público. Então, pior ficou sua moral política e governamental.
Ora, cadê a assistência à saúde do povo? A educação de qualidade e a segurança pública tão cobradas hoje em dia dado o aumento da violência e da criminalidade crescente em todo o país? Cadê os empregos de salários dignos?
Não é só injusto o que está querendo o governo Temer antes de mostrar serviço? São descabidas tais propostas governamentais, no país e nos Estados, na atual conjuntura nacional. O povo não vai deixar passar. É preciso que antes de qualquer reforma radical, governos ganhem primeiro confiança, depois tenham a seu favor uma realidade favorável e por último justifique robustamente tal necessidade.
Avançar com essas reformas é se atrever a um confronto de forças, em que de um lado ficará os governantes e classes privilegiadas; e de outro o povo, maioria, explorado e jogado a mercê de sua própria sorte.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

QUE PENA!

O dinheiro desviado para a corrupção, daria para construir um Brasil bem melhor para todos nós.
Com mais saúde, melhor educação, segurança pública e transporte de massa nos centros urbanos.
Mas os políticos não pensam assim, pensam só na reeleição e na boa vida deles. Puro egoísmo, indiferença e individualismo em detrimento ao bem comum. Pobre país. Um dia cairá sobre o peso de seu pecado.
A reeleição deveria ser proibida aqui em todos os níveis. Servir ao país só num mandato eletivo, eleito pelo povo sem voto obrigatório. Esta é a reforma que precisamos para limpar essa podridão.

terça-feira, 11 de abril de 2017

SEM RESULTADOS PRÁTICOS

Governo do Rio Grande do Norte anuncia mais um plano de segurança para tentar combate a alta criminalidade da bandidagem no Estado e, principalmente, na Grande Natal.
Por enquanto, só mais teoria do que prática é o que mostra a estatística da realidade potiguar, pois das 91 iniciativas, segundo o próprio secretário estadual da Segurança, Caio Bezerra, 32 já estão sendo executadas sem resultados práticos que atendam os anseios da população.
Parece ser mais um plano para dar uma satisfação pública diante do clamor do povo amedrontado pela realidade de hoje, pois nem mesmo o governador Robinson Faria (PSD/RN) apareceu para dar uma forcinha ao plano e apoio ao seu secretário.
Um plano pretensioso que sonha alto antes de obter algum resultado prático, pois quer ser nessa área da segurança o Estado modelo para o Brasil. Vender essa ideia agora é querer fazer o povo de bobo e pedir um cheque em branco para a reeleição de 2018. Só pode ser!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

REAÇÃO DA IGREJA E OAB

A Igreja Católica está em campanha aberta contra a reforma da Previdência Social que prejudica a classe trabalhadora brasileira, assim como a OAB nacional (Ordem dos Advogados do Brasil) já tornou posicionamento contra tal projeto do governo Michel Temer (PMDB). Nem precisa dizer, e se digo é só como ênfase, que essas são instituições fortes de expressão máxima em liderança.
Ainda desorganizadamente, o povo reage nas conversas e nas ruas contra a reforma previdenciária dos ricos e poderosos que não querem pagar a conta e jogam para o colo dos verdadeiros trabalhadores e trabalhadoras do país. Não discuto aqui o mérito de que a Previdência brasileira precisa ou não de reforma. Não, não é bem isso que quero dizer.

País assustado
O problema é que está começando de forma aloprada assustando o país que já não suporta tanta injustiça social, que envolve corrupção, desmandos, desvios de dinheiro, sonegação e por que não inverdades sobre questão nacional como a da Previdência que faz parte da Seguridade Social. É que os governos buscam caminhos mais fáceis para tapar os rombos que eles mesmos fazem.
Na época do ajuste fiscal do então ministro da Fazenda Joaquim Levy, do governo Dilma Rousseff (PT), eu cantei a pedra antes aqui em um dos meus curtos artigos. Aproximavam-se as eleições em que Dilma Rousseff seria reeleita. Então, disse: esse ajuste não passará. O ministro caiu e não passou mesmo. Agora se aproxima outra eleição presidencial em 2018. Pois bem, eu digo o mesmo: essa reforma da Previdência não passará.
Nos sermões das missas nas igrejas, padres estão abrindo a artilharia e fuzilando claramente contra a reforma da Previdência e condenando também o projeto da Terceirização já sancionado pelo presidente Temer (PMDB). Este partido, com seus candidatos, pode ser triturado nas próximas eleições, assim como foi o Partido dos Trabalhadores (PT) de Lula, por conta da corrupção e do desmantelo na economia do país.
Passou o tempo de o povo engolir tudo goela abaixo. Se avançarem com essas reformas de beneficiar ricos e poderosos, em detrimento do trabalhador já calejado de levar a pior, com certeza o eleitorado brasileiro dará a resposta clara nas urnas de 2018. Não é pra isso que o PT foi colocado para fora do governo. A reação começa a sacudir o povão.
Temer não insista e faça pista! – como diz aquela música do Erasmo Carlos. "Não ao candidato que votar na reforma da Previdência" – prega a Igreja.

segunda-feira, 27 de março de 2017

POLÍTICA PELO AVESSO

No Brasil, costuma-se fazer política contra adversários e não verdadeiramente pelo bem comum, como deveria ser. Bastam algumas poucas evidências para se demonstrar isso. Primeiro, governo eleito começa por contestar obra de seus opositores, em vez de repará-la, se houver necessidade, e mantê-la em seus aspectos positivos se a obra ou projeto é importante e serve ao município, Estado ou país.
Não, político bom é aquele que abandona a obra do outro e passa a construir outra em nome de seu governo, desperdiçando recursos financeiros, além de retirar da população aquilo que serve como serviço público, só porque é de um adversário. Exceto se a obra for de um antecessor aliado. Caso não, inventa-se defeito e aquilo lá vai pro beleléu. Diz que é coisa do passado e não se fala mais nisso.
Dou aqui um exemplo desse absurdo no Rio Grande do Norte em particular, e no país também. No RN, as Centrais do Cidadão um projeto em sua iniciativa original aplaudida pela população em geral, como um dos serviços de qualidade do poder público potiguar, da época do então governador Garibaldi Alves Filho (década de 90), logo abandonado nos governos seguintes, algumas centrais fechadas, e até hoje esse maravilhoso projeto permanece sem ser restaurado. Perdeu o povo que se utilizava para fazer documentação em um só local. Mesmo existindo ainda algumas centrais, o funcionamento é pra lá de precário e muito reclamado.
No plano ainda estadual, que servia de exemplo nacional, temos os Cieps (Centros Integrados de Ensino Público) criados na época do governo brizolista (Leonel Brizola) no Rio de Janeiro, apelidado de Brizolões (anos 80/90), idealizados pelo então vice-governador Darcy Ribeiro. Importante projeto educacional diferenciado, os Cieps também terminaram abandonados e esquecidos, embora atualmente se fale tanto em educação de tempo integral, que reúne o útil ao agradável, onde alunos passavam o dia em atividades didáticas, de leituras, práticas esportivas e com direito a boa alimentação, mais tratamento odontológico. E qual era a proposta dos Cieps se não ocupar o tempo integral de alunos e alunas! Eram caros? Muito mais caro é a corrupção, ora essa!
Quer dizer, gestores públicos no Brasil sempre preferem começar do zero, desperdiçando recurso público e gastando o que não pode para depois mandar a conta para a população em forma de mais impostos, contribuições e taxas adicionais, além de diminuir serviços e torná-los precários. Trata-se de um Brasil que não anda, marca o passo no atraso. É a política feita pelo avesso.

sexta-feira, 24 de março de 2017

MELHORIAS NA BR 101

VIADUTO Bairro com acessos facilitados
Esta semana, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, hoje conhecido pela sigla Dnit, liberou finalmente as passagens de nível inferior sob o novo viaduto da BR 101, em Neópolis, que dá acesso a esse bairro de Natal e adjacências da zona sul. Assim como permite o retorno na direção de Parnamirim, município da região metropolitana.
Era a etapa derradeira que faltava, já que a obra do viaduto havia sido entregue há mais de mês, e estava faltando apenas essas passagens de veículos por baixo da obra principal. Para tornar, definitivamente, via expressa na rodovia em trechos urbanos que passa por dentro de Natal e Parnamirim, outras obras estão em andamento, como o de outro viaduto e passagens inferiores em Emaús, com acesso ao bairro de Nova Parnamirim do município vizinho. Além várias passarelas de pedestres que estão sendo erguidas ao longo desse percurso.
Torci muito, escrevendo aqui, para que moradores de Neópolis e adjacências, tivessem melhores acessos à BR 101 quando se dirigissem no sentido Natal–Centro ou Natal–Parnamirim, sem congestionamentos como acontecia anteriormente nas manhãs logo cedo ou na volta de fim de tardes. Esse tempo novo, graças a Deus chegou, e essas melhoras nos anima.
Hoje você sai tranquilo para ter acesso à BR, que seja de Neópolis, que seja das proximidades como Jiquí, Pirangi e Nova Parnamirim por essa rota. Soube pelo noticiário que o segundo viaduto construído em Emaús, de acesso à região ali. já está em fase experimental para ser liberado também.
É muito bom ver isso acontecendo em meio a tantas notícias tristes, desanimadoras e que nos deixa um tanto pra baixo. Estamos muito próximo de ter uma BR de fluxo intenso sem retenções, porque os semáforos estão sendo retirados com essas obras. São as boas notícias que queremos.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Tá ligado?

CORRUPÇÃO Ópio do nosso Brasil da ganância
Dei uma mergulhada depois do carnaval e desapareci sem postar mais nada. Tive que mudar de computador e a máquina daqui de casa é sempre muito ocupada por todos nós no dia a dia. Resolvi então, dar uma parada para desenfastiar um pouco.

Nesse tempo muita coisa aconteceu e foi noticiada, como também deu pauta para os usuários das redes sociais, como Facebook e Twitter, com muitas idiotices por aí afora, Deus nos acuda. Mas o território é livre e frequenta quem quer. As amizades é que devem ser selecionadas.

Às vezes, quando estou de saco cheio, dou um tempo sem visitas frequentes. Não gosto, por exemplo, de ideologias fanáticas, doentias e cegas. Nem de direita, nem de esquerda! Tá ligado? Sou moderado em tudo, ando com um pé na frente e outro atrás como tática para recuar ou avançar.

O Brasil é o mesmo, nada mudou até aqui. Cada vez mais se descobre corrupção na política e no meio empresarial. Até quando? Creio que precisamos de uma revolução mental, que começa dentro de nós, para mudar isso, a partir destas gerações atuais.

Mas a mudança só virá mesmo com o tempo, talvez só as futuras gerações viverão um Brasil melhor se nós lutarmos por isso. Caso não, vão viver na mesma que nós, com a herança maldita deixada. Coitado dos nosso netos se assim for! Vamos ser otimistas e trabalhar por nova vida.

O mais desafiador que temos pela frente são as eleições gerais de 2018. Até aqui, sem uma renovação do quadro nacional de políticos partidários. Precisamos de gente nova, confiável, que lute pelo país sem os vícios de hoje. No mais, prometo voltar ao espaço aqui, assim que tiver algo a dizer. Até!!! 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Guerra contra o crime

AGÊNCIAS Alvo de criminosos no interior brasileiro
Nem precisa o Banco do Brasil determinar o fechamento de agências bancárias no interior do Rio Grande do Norte. A bandidagem, que toma conta do Estado, encarrega-se disso.

Por aqui, já se perdeu a conta de quantas agências e caixas eletrônicos foram mandados pelos ares nas explosões criminosas de bandos organizados para agirem com violência onde existir uma agência ou posto.

Aterrorizam a cidade do interior visitada, acuam a pouca polícia existente por lá e levam o dinheiro que existir. Depois fecham as estradas utilizando grampos que furam pneus, e somem sem deixar pistas.

Enquanto isso, nosso governador da segurança, como autodenominou-se em campanha nas eleições, está na China, bem longe daqui. Bote lonjura nisso. Fazendo o quê? Sei lá!

Pois sim, o governador potiguar Robinson Faria (PSD) anda pela China e talvez consiga lá o segredo chinês de acabar com a insegurança aqui neste sofrido RN do Nordeste brasileiro.

Interessante é que, a bandidagem sabe se organizar, planejar para atacar cidadezinhas e seus bancos, enquanto o Plano de Segurança Nacional do governo Temer dança feio sem resultados convincentes.

Pelo visto, da capital ao interior do RN não sobra uma agência bancária sem ser dinamitada. Cadê os serviços de inteligência? Os efetivos policiais e a integração nacional de forças contra o crime organizado?

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O espetáculo vai começar!

CIRCO O "globo da morte" é um número desafiante
Fazia anos, muito tempo mesmo, que não ia a um bom circo. Acho que desde menino, quando ia pela cidadezinha interiorana onde morava, assistir a espetáculos desses circos menores, bem modestos, chamados de mambembe.

Pois neste domingo, 19 de fevereiro, reencontrei-me com um circo, desta vez de categoria internacional, aqui em Natal, atendendo sugestão de minha mulher Francisca das Chagas (Chaguinha). Em toda a minha vida fui mais ao cinema, do que ao teatro e ao circo.

Até porque o cinema muito mais acessível até mesmo no preço do ingresso. Teatro é para quem pode e aqui em Natal não é tão fácil boas peças teatrais com gente famosa da televisão e do cinema.

Bons circos, destes que se localizam em áreas centrais ou nobres são mais difíceis do que teatro. Até porque os circos estão desaparecendo hoje em dia e são raros os de categoria. Mas de tempos em tempos aparece um por aqui, que vale a pena ir assistir seu espetáculo.

O Le Cirque me agradou pelos números apresentados e tive a impressão que estava revivendo um tempo que deixei para trás, lá na minha querida Afonso Bezerra da época de meus pais. Ah, que saudades!

Valeu o espetáculo e o domingo para nós, que buscamos nos fins de semana um agradável lazer. O bom espetáculo circense merece, sim, o preço do ingresso e nossos aplausos. A criançada adora a brincadeira dos palhaços e nós adultos ficamos com o coração na mão em números como o globo da morte e outros.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Governo toma uma rasteira

GOVERNADOR Robinson Faria: levou um tranco
Bem feito, o governo Robinson Faria (PSD) levou uma rasteira dos deputados na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Nada mais justo para quem se acha acima do bem e do mal. 

Ora, o governo de Robinson acha-se no direito de não cumprir com deveres, quando não cumpre o calendário de pagamento dos servidores estaduais em dia, sob pretexto da crise financeira.

No entanto, quer cobrar dos servidores, que não pagam contas em dia, porque  não recebem o salário no mês, juros e multas para tributos estaduais. 

Pois bem, os deputados, justamente, entenderam que essa é uma injustiça social, e derrubaram veto do governador para projeto de isenção fiscal que havia sido aprovado.

Claro que nada mais justo. Quem se acha no direito, evidentemente tem de cumprir primeiro deveres. Além de que o governo Robinson Faria, pai do deputado federal Fábio Faria (PSD), não ajusta salários.

Mantém salários achatados pela inflação, não cumpre calendário de pagamento em dia, mas quer cobrar multas e juros desses servidores. Esse mundo é muito engraçado mesmo! 
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Servidores do RN ficam isentos de pagar juros de tributos estaduais

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Mais arrecadação em 2016

Leio aqui uma notícia dando conta que o recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no Rio Grande do Norte atingiu R$ 4,8 bilhões em 2016.

Quer dizer, ano em que o governo do RN reclama da queda de receitas e manteve durante todo o ano o atraso no calendário de pagamento dos servidores estaduais que se tornou rotina.

Pois bem, o valor é 8,3% maior que o arrecadado em 2015, que recolheu R$ 4,4 bilhões.  Ao menos em ICMS, principal fonte fiscal própria, o governo de Robinson Faria (PSD) não tem de que se queixar.

O montante de 2016 repassado aos cofres estaduais foi o maior desde 2012. No entanto, o governador Robinson continua o chororô por conta da crise financeira que afeta os Estados.

Iniciou 2017 sem mudar a ladainha e na mesma marcha, negando-se a reajustar salários defasados e pôr em dia o calendário de pagamento dos servidores. Olho vivo, gente! Cadê os sindicatos?  

O poder de compra do servidor, até mesmo para ir toda semana ao supermercado, está indo pro beleléu. Ou já foi. É o que se escuta em qualquer roda de conversa que tem servidores públicos.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Arrocho salarial

Saiu de cena a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que blinda o governo contra reivindicações salariais, e entrou em seu lugar a crise das finanças estaduais sem fim.

Assim, o governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), pai do deputado federal Fábio Faria, tem se blindado com facilidade para congelar salários de servidores e atrasar calendário de pagamento.

Há mais de um ano o governo Robinson não acerta o passo com os servidores na questão do pagamento, que além disso passam por um aperto nos salários que já vem de outros governos passados.

Próximo ano é ano de campanha eleitoral e talvez até lá essa crise chegue ao fim, com o governo dando um jeito de acertar suas contas com os servidores estaduais.

Primeiro pagando salários em dia, e segundo corrigindo salários defasados, sob a pressão que virá com a aproximação da campanha eleitoral.

A despeito de que os servidores estão acomodados e engolem sem reação desculpas governamentais, a desconfiança de que o governo manipula a opinião pública já é sentida no meio do funcionalismo.

Até quando o governo Robinson vai empurrar esse problema para frente é o que se questiona. Mas com eleições avizinhando-se sempre aparecem milagres. Quem viver, verá!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A violência urbana

A esperança de paz social da população natalense se volta agora para o projeto-piloto do Plano Nacional de Segurança que o ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre Moraes, estará lançando aqui em Natal, nesta quinta-feira, 2 de fevereiro.

Quando se chega ao ponto de não haver sequer segurança ao sentarmos num barzinho ou lanchonete de qualquer bairro urbano de Natal, em consequência da criminalidade que se vive hoje em dia, é porque a situação se tornou gravíssima, sem controle e imprevisível.

Natal e municípios circunvizinhos transformaram-se numa região metropolitana de muitos homicídios, em face do tráfico e consumo de drogas. Aliás, todo o Estado está contaminado por essa praga.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Bancos são alvos de criminosos

Entre as muitas batalhas pela frente, a guerra contra as facções não está vencida.

Mais uma agência bancária do Rio Grande do Norte, desta vez na cidade de Lajes, microrregião de Angicos, teve caixas eletrônicos como alvo de explosões criminosas na madrugada desta segunda-feira (30).

Em documento, encaminhado ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, para solicitar a permanência de tropas das Forças Armadas em Natal, o governador do RN, Robinson Faria, destaca que "há indicativos de intensificação das ações dos faccionados contra agências bancárias".

É uma forma, segundo o governador, dessas facções se capitalizarem para novas ações.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Fechamento de Alcaçuz

ALCAÇUZ Governador quer simplesmente fechar


A questão é: o fechamento da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, principal presídio do Rio Grande do Norte, não seria um desperdício de investimento público que se tem feito até hoje?

Bem, esse questionamento é feito por aí afora, pois esse é o propósito do governador do RN, Robinson Faria (PSD), já anunciado na mídia, como forma de beneficiar essa região turística da Grande Natal.

Ora, a capital Natal é a principal cidade da região turística metropolitana e nem por isso vai deixar de ter seus presídios. O que se precisa é que sejam presídios de segurança como toda unidade prisional.

Depois de o governo aplicar tantos recursos financeiros e estruturais nessa unidade, por que agora fechar simplesmente? Melhor seria um estudo menos açodado já que se necessita de mais unidades prisionais.

Por que, então, não transformar Alcaçuz num presídio para presos de crimes de menor gravidade e bom comportamento, separando-os dos considerados de maior periculosidade?

Talvez para isso, sem superlotação, Alcaçuz se tornaria viável como presídio para acomodar condenados que possam ser ressocializados. Não simplesmente fechar o presídio e depois reclamar que não se tem.

A extinção de Alcaçuz por ter sido construído em cima de dunas e se mostrar inviável hoje, parece mais decisão puramente política e precipitada. Não é hora de se fechar presídios se estamos precisando deles.

REFRIGERANTE Ainda na dieta de muitos

Pensei que, com um batalhão de nutricionistas condenando os refrigerantes na dieta contra os males à saúde humana, os refrigerantes tives...