quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Um recado a todos

Neste mês de novembro que se iniciou, este Blog (diário de internet) entra em recesso, suspendendo as atividades de postagens, até que seja possível voltar. Nesse período, seu editor estará em tratamento de saúde, e sob orientação médica para alcançar a graça de Deus no seu restabelecimento. É tempo de cuidar da vida sem outras preocupações. Afinal, quem quer viver mais, cuida-se em tempo hábil, antes que seja muito tarde. Espero retornar logo sob as bênçãos do Altíssimo. Até mais vocês que se deram ao trabalho de ler este recadinho. Fiquem com Deus! Nele está a fonte da vida!

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Anos 60 de volta

Os anos se distanciam mas as boas recordações sempre permanecem presentes.

Músicas que animaram noitadas dos anos 60, 70 e 80 estão de volta na festa-baile organizada todo ano pelo grupo denominado "Amigos para Sempre" da cidade de Afonso Bezerra, aqui neste Rio Grande do Norte.

É uma festa e tanto com a participação de amigos que não esquecem suas origens, apesar de hoje residirem em outras cidades, como a capital Natal, onde a maioria de nós fixou domicílio.

Então, neste sábado, 29 de outubro, já chegando ao final de 2016, novamente a festa realizar-se-á prestigiada por muita gente boa, que sei estará presente.

As músicas que embalaram aqueles anos passados estarão sendo recordadas entre abraços e sorrisos trazidas pela Orquestra Evidence que alegrará a noitada dos amigos e convidados, a partir das 22h30, no salão do Centro Cultural Cesarina Bezerra. 

Corra e reserve logo sua mesa nesta sexta-feira porque é "festa de arromba", como diz o grande Erasmo Carlos em uma de suas músicas daquela época, para ninguém perder. E boa festa!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Taxas abusivas

Um absurdo! – não há outra reação para os juros de 480,3% ao ano do cartão de crédito rotativo que voltaram a subir em setembro recente. Que Brasil é esse de abuso sem limites?

"Os mais caros que existem, não faz sentido", diz especialista em reportagem da edição digital do Jornal do Brasil, de Felipe Gelani. E não faz mesmo sentido tamanha desfaçatez.

Este é um país em que os bancos podem tudo. O impensável e nada se faz contra esses poderosos, aproveitadores e gananciosos. Basta uma crise para encherem as burras.

Mal comparando o Banco Central com um juiz de futebol, esse BC é daqueles árbitros que deixa correr frouxo o jogo e nada apita. Nem perna quebrada! Mesmo que se aponte.

Com juros na estratosfera quem se arrisca a comprar usando o cartão de crédito? Ô louco! Sem consumo o varejo não vende e a indústria fica em situação idêntica, sem produzir.

Desse jeito a paralisia na economia vai continuar não se sabe por quanto tempo, já que dinheiro vivo também está difícil nesses tempos de vacas magras. E bota vaca magra nisso.

O buraco em que enfiaram o Brasil é profundo e agora muita calma para sair dessa. Depois de tantas crises que já se passou, jamais imaginava uma recessão econômica dessa magnitude. É Brasil!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A luta pela vida

Virou rotina que já não se presta tanta atenção, a busca de pessoas desesperadas pelo remédio caro que não tem como comprar e que se socorre na distribuição gratuita pública do governo.

É obrigação do Estado fornecer o medicamento para consumo, mas o drama ocorre porque vez por outra o órgão responsável (no caso aqui do RN é a Unicat em Natal) está desabastecido sem o produto.

Muito triste isso, porque são pessoas, algumas delas transplantadas, que só sobrevivem tomando direitinho o remédio para seu caso. Diante da falta, vem o desespero, a angústia e o drama de cada um.

Como a dizer – e agora o que fazer? –, essas pessoas sem outra alternativa apelam pela mídia para a sensibilidade das autoridades governamentais, pois o medicamento não pode faltar. Mas falta.

A pasta responsável dá justificativas e mais justificativas, acenando com providências que estão a caminho. No entanto, o drama só é aliviado quando chega de fato a próxima remessa do remédio.

Essa é a luta de muitos pela vida à porta de um órgão público, à espera de um fio de esperança que lhe dê alento por mais algum tempo, até que o pesadelo do remédio que salva volte a sumir.

Até quando vai continuar assim? É difícil por parte de quem precisa e sofre em fila de espera, entender tal situação. É por demais angustiante, mas tem se tornado rotina.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Passado e presente

PAZ SOCIAL Cada vez mais difícil
Para as gerações mais novas, como a de nossos filhos e netos, é muito mais adaptável conviver com a realidade de hoje, uma vida em cidades inundadas pela violência urbana, a partir das drogas ilícitas.

Os mais novos, mesmo tentando escapar desse submundo terrível de criminalidade, já se criaram nesse cenário de transformações gritantes e que todos buscam por socorro.

Diferentemente dos que conviveram num passado distante de tranquilidade, em que os crimes eram raros e geralmente por outros motivos. Mas o tempo transformou a vida e levou a paz social.

Viver atualmente é mais do que um desafio. A cidade de Natal é um exemplo. Outrora tão pacata, lá pelos anos 50, essa insegurança que preocupa e tira o sossego das pessoas de bem não existia.

Andava-se pela madrugada tranquilo, sem medo de assaltos ou de outro tipo de crime. Raramente acontecia. Nesse aspecto vivia-se bem. Veio o crescimento urbano e tudo se transformou.

As metrópoles incharam mais do que se desenvolveram, faltaram políticas públicas para acompanhar o crescimento das cidades, o narcotráfico se instalou e o caos domina das pequenas as grandes cidades.

Em meio a isso, paga-se um custo alto pela sobrevivência, quando não somos tragados pela criminalidade desenfreada que não se sabe como se livrar dela. Cidade pacata hoje em dia conta-se nos dedos.

Temos aqui passado e presente. E o futuro? – costuma-se dizer que pertence a Deus.