quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Esvaziamento de ruas e shoppings

Diante das notícias de que a economia vem melhorando aos poucos e o consumo começa a dar sinais de que está de volta, resolvi testar e sai por aí conferindo.

Primeiro fui a um shopping aqui perto de onde moro, na zona sul, já que fazia mais de mês que não andava por lá, já que estive em julho ausente da cidade de Natal. Então, busquei as novidades.

Nenhuma novidade, tudo conforme deixei. Locais desocupados por lojas e ainda sem renovação. Apenas encontrei o anúncio num certo local, de que ali estaria se instalando uma lanchonete.

O movimento dos que vão comprar ou só dar uma voltinha para espairecer era normal e com pouca gente circulando nos corredores entre as lojas. Até no cafezinho podia se escolher onde se queria sentar.

Dou meia-volta e retorno para meu apê – neologismo para abreviar a palavra apartamento.

No dia seguinte, resolvo ir ao centro da cidade onde também encontro pouco movimento no comércio de ruas. Não, o povo continua sem dinheiro e se precavendo diante das dificuldades econômicas.

Até o pessoal da barraca do caldo de cana com pastel reclama que a freguesia anda arredia. É a crise!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Além da superlotação

Só neste ano, noticia-se que já são 325 presos que fugiram de presídios no Rio Grande do Norte.

Putz! – esse deve ser um recorde para o Guinness Book, livro dos recordes mundiais.

A mais recente fuga em massa desta semana registra 32 fugitivos que escaparam do presídio Pereirão, na cidade de Caicó, perfazendo o total mencionado.

Até o governador do RN, Robinson Faria (PSD), desconfia que as fugas não se devem apenas à questão da superlotação dos presídios no Estado. A corrupção do sistema carcerário pelo crime organizado é também investigada.

Além da negligência nas revistas e vigilância dos presos – e por que não?

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A volta do campeão

IMAGEM Divulgação do You Tube
Até que enfim, a seleção brasileira reabilitou seu futebol para o mundo, ganhando o tão sonhado ouro olímpico das Olimpíadas Rio 2016, que teve, queira-se ou não, gosto de revanche.

Agora ficamos assim: a Alemanha nos levou a Copa do Mundo 2014 por 7 a 1, e nós, brasileiros, sempre apaixonados pelo futebol masculino, ganhamos o ouro olímpico para os alemães por 5 a 4 nos pênaltis.

No tempo regulamentar da partida, empatamos por 1 a 1, e a mesma coisa se seguiu, como vimos, nos trinta minutos jogados para tentar o desempate que não veio.

Por isso, como manda a regra, fomos para os pênaltis, onde o Brasil mostrou mais competência do que seus adversários. E o ouro ficou mesmo em casa. Agora, sim, é BRA de Brasil, como diz refrão da musiquinha.

Foi um teste de nervos e coração, por ter sido a única final de competição da seleção brasileira que me mantive abstêmio, por recomendação médica, é claro.

O Brasil ia bem desde o primeiro tempo, ganhando por 1 a 0 da Alemanha, num gol cobrado de falta por Neymar Jr., quando no segundo tempo nossos adversários empataram.

Coincidência ou não, minha mulher acabava de sentar na poltrona ao meu lado para assistir, quando a Alemanha marcou o gol do empate, e eu no meu nervosismo achei que era pé frio da coitada.

Quase saia uma briga fora de campo, por isso. Para alívio geral, veio a prorrogação dos trinta minutos e depois os pênaltis que deu Brasil. Aí a festa foi geral com muita alegria. Pra mim, só de água e não de cana.